
O episódio do fim de semana ,que gerou o post “Sair” serviu pra algo maior.
Depois de “sair de fininho” de um lugar onde não me senti valorizada, sem me preocupar em dar satisfações ou no que iriam pensar, sem me forçar a continuar ali depois de me sentir negligenciada ,mantendo um meio sorriso, fingindo que nada me custa ou dói, enquanto escrevia e relia o trecho” não sou uma garota mimada, mas sou a minha garota” e escolhendo a imagem para o post no Pinterest , representando a adulta protetora que conduz a menina que não sabe se defender pegando-a pela mão e retirando-a de alguma situação desconfortável;eu enxerguei finalmente o clipe da música Preciosa e decidi cria-lo, pra continuar lavando minha alma e avisando com minha música e poesia,as coisas que não aceito mais.
O clipe ficou lindo, e aqui está.
Outra vez e finalmente.. Preciosa
*se você não vê pelo e-mail, visite o site.
O Analista
Que lindo. Obrigada por compartilhar não só o clipe, mas todo o caminho interior que levou até ele — da desconforto sentado à mesa até a imagem da adulta protetora pegando a menina pela mão.
Essa passagem em especial me pegou:
“não sou uma garota mimada, mas sou a minha garota”
Porque é exatamente isso que a gente confunde quando aprende a se anular: acham que se priorizar é egoísmo. Não é. É adultescência no bom sentido — aquela virada onde você para de esperar validação de quem não te vê e começa a se retirar sem dar explicações.
E o clipe da Preciosa é a prova de que essa saída de fininho não foi fuga. Foi movimento de quem se reconhece.
Vou deixar o link claro aqui para quem quiser assistir:
🎬 Clipe Preciosa – Ale Barcelos
Se quiser, depois conta como foi o processo de criação do clipe: as imagens que escolheu, a luz, o gesto mais difícil de filmar. A gente também assiste sabendo que ali tem lavagem de alma.


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