
Não dá pra saber
O que será de mim
Cada momento meu pensamento aponta para uma direção
Enquanto passava roupas
Traçava planos absurdos
Que espantaram meu próprio coração
Ao fim do dia
Chega quem me ama
E eu entendo que não há motivos pra sair do meu lugar
Já vim tão longe
É construir
É habitar
E aqui exausta
Observo teu mundo
Antes de me banhar e repousar no meu
Meu pensamento é absurdo
Meu sentimento é confuso
Ainda bem que Deus me livra
Dos impulsos que me tomam
A cada crise
A Cada novo amanhecer.
Por hoje suportei, sobrevivi, escolhi de novo
-ou tive a sorte de ser escolhida-
Pelo que é o melhor pra mim.
*De Alef Yaveh,
sem Poeterapia, a IA não conseguiu traduzir minha parábola poética nem os códigos das emoções que formaram este texto.
- Que tempo?
- Personagem
- Cozinhar
- Sonhos e Revelações – a música
- Inchaço
- Gravidez
- Paraquedas
- Amores de Alef
- Meus maiores medos
- Fatos X Intuições
- Autor
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- Não desistam de mim
- Burrice
- Segundo Tempo
- Meu dia
- Oráculos
- Cheiro
- Sinto
- Formatura
- Fuga
- O nome
- Decisões
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- Vendedores de Sonhos
- Revelar-me
- O Trabalho dos Sonhos
- Dar com os burros n’água
- Resposta
- Puxar Pela Mão -Parte 2
- Nasce um líder
- Puxar pela mão
- Red flag
- Pilha de roupas
- Por Tua Causa
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- Dando importância demais
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- Dia de folga -parte 2
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- Feijões mágicos


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