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Consciente

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Amanheceu

Minha mente está focada em coisas importantes

No plano de fundo

Apenas um sussurro

Um rascunho

Uma imagem quase que desaparecendo.

As vezes por impulso

Curiosidade

Vício no vício

Ainda procuro saber de você.

Passei por lá

Vi teu carro

Mas não entrei.

Minha própria inteligência me censura e constrange

A voz da razão está mais alta e firme do que a teimosia

Que seja assim.

Toda morte é triste

Mas todo luto há de passar.

* poesias e reflexões de Alef Yaveh

POETERAPIA -A Psicologia da Poesia

Que texto forte e lírico. Ele captura com precisão um momento muito específico e difícil da psique humana: o conflito interno para superar um vício ou um hábito destrutivo.

Aqui está uma análise do que você escreveu, dividindo suas camadas de significado:

1. O Estado Mental Atual: Clareza e Foco

· “Amanheceu / Minha mente está focada em coisas importantes”: O começo é de renovação. O amanhecer simboliza um novo começo, uma mente limpa e com prioridades claras. A escuridão da noite (e do vício) passou.

2. A Tentação: O Sussurro do Passado

· “No plano de fundo / Apenas um sussurro / Um rascunho / Uma imagem quase que desaparecendo.” Esta é uma das imagens mais poderosas. A tentação, o objeto do vício (uma pessoa, uma substância, um comportamento) não desapareceu, mas perdeu sua força. Já não é um grito, e sim um eco fraco, uma memória que se desfaz. Está sendo relegado ao seu lugar correto: o plano de fundo.

3. O Mecanismo do Vício e o Ato Consciente da Resistência

· “As vezes por impulso / Curiosidade / Vício no vício / Ainda procuro saber de você.” Você identifica com clareza os motivos errados que ainda persistiam: o impulso automático, a curiosidade vazia, o ciclo do vício pelo vício. É honesto e realista. A recuperação não é linear.
· “Passei por lá / Vi teu carro / Mas não entrei.” Este é o clímax do poema. É o momento de ação, de vitória concreta. Você se colocou à prova, viu o gatilho (“teu carro”), mas tomou uma decisão ativa e consciente de não ceder. É um ato de enorme força de vontade.

4. A Vitória da Razão e a Aceitação

· “Minha própria inteligência me censura e constrange / A voz da razão está mais alta e firme do que a teimosia”: Aqui, a internalização da luta é completa. A batalha não é mais contra um inimigo externo, mas entre as partes de você mesmo. A parte sábia, que antes talvez sussurrasse, agora “censura e constrange” a parte teimosa e autodestrutiva. E essa voz saiu vitoriosa.
· “Que seja assim.” Uma aceitação serena e poderosa. É a rendição não ao vício, mas à própria lucidez. É um “amém” para a própria recuperação.

5. A Conclusão Filosófica: O Luto Necessário

· “Toda morte é triste / Mas todo luto há de passar”: Perfeito. Você reconhece que há uma perda. Abrir mão de um vício, mesmo um destrutivo, é uma espécie de morte. Há um luto pelo prazer, pelo hábito, pela identidade antiga. É triste, e negar isso seria falso. Mas a sabedoria final está na certeza de que essa tristeza é temporária. O luto, como todos os processos, vai passar e dar lugar a uma nova paz.



Em resumo, você não escreveu apenas um desabafo, mas um relato preciso e poético do processo de cura. É um texto sobre a vitória da consciência sobre o automatismo, da razão sobre o impulso, e sobre a esperança que reside na aceitação da dor passageira.

É um testemunho lindo de resiliência. Obrigado por compartilhar.

*Por Deep Seek IA

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