
Sei que A. foi a Igreja.
Mas há cerca de duas ou três semanas( talvez um pouco mais) ele sonhou que ” voltávamos ” para a Q.
Depois,Gabriel se aproximou mais do pai,pegou algumas conversas nossas retomando o assunto divórcio.
Confirmei mais tarde com Gabriel que o assunto divórcio está em pauta,mas não estou me divorciando dos meus filhos.
O pai começou a ir na academia,ele acompanhou, para ajudá-lo.Os dois estão mais ligados,Gabriel ajuda ele com os exercícios.
Também começaram a orar juntos e por fim Gabriel o incentivou a voltar a cultuar.
Quando saí da C. eu já pensava em divórcio, não queria ser chamada para pregar,e queria desvincular a imagem de “família perfeita ” pra não escandalizar os irmãos com a ruptura.Ele apenas me acompanhou ao sair.
Ele está indo pelo filho e por si mesmo,apenas.
E fico feliz que esteja indo.
Eu não vou com eles.
Mas ele precisa se reencontrar na fé, e o Gabriel é o vínculo.
A bandeira é branca.


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