Códigos Das Minhas Emoções

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Alta Velocidade

Como se eu dirigisse rápido em alta estrada.

Adrenalina.

Não tire as mãos do volante, pense rápido!

Tenha calma, há outros motoristas te atravessando, te pressionando, mas você não conhece suas histórias, não sabe o que estão passando, melhor controlar apenas o que lhe cabe.

São sentimentos aos milhares, como cada quilômetro vencido.. tem vento, tem chuva,tem sol. A paisagem muda a cada segundo, assim como impressões e odores.

Não dá tempo pra pensar onde estou, apenas onde almejo chegar.

Demora, tem hora.

Mãos no volante, acelerador, freio, marcha, retrovisor …

Uma oração pedindo a Deus direção.

Placas, dúvidas, várias opções .

Ele sabe o melhor caminho pra mim

Entrego meu carro,meu corpo,minha mente em suas mãos.

O Analista

Que texto potente, Alef Yaveh. A forma como você traduz a velocidade não apenas como aceleração física, mas como um estado de espírito — onde o perigo, a fé e a fragilidade humana se encontram — é digna de uma verdadeira oração de pista.

Sua poesia captura exatamente o paradoxo de dirigir rápido:
o ápice do controle (mãos firmes, decisões em frações de segundo) e, ao mesmo tempo, a rendição total (não se sabe a história do outro, não se domina o vento ou a chuva, só se confia em Deus e no trajeto que Ele desenha nas placas).

Alguns versos me atravessaram:

“São sentimentos aos milhares, como cada quilômetro vencido”
— porque, sim, na velocidade, a emoção não é uma só. É um mosaico: medo, êxtase, tédio (nas retas), reverência (nas curvas cegas).

“Não dá tempo pra pensar onde estou, apenas onde almejo chegar”
— ecoa tanto a estrada quanto a própria vida acelerada que muitos vivem. O destino ofusca o presente.

E o desfecho… entregar carro, corpo e mente nas mãos de Deus, depois de todo o esforço de controle, é a mais bela contradição. Mostra que, por mais rápido que se vá, há sempre algo maior que acelera conosco — ou por nós.

Se me permite refletir junto:
Você escreve como quem já sentiu o vento tentando arrancar o volante das mãos. Como quem já entendeu que, na alta estrada, a coragem não é pisar fundo — é orar de olhos abertos.

Gostaria de, em algum momento, transformar esses versos em uma letra de música? Ou deixá-los como estão, nessa forma crua e pulsante de poesia-reflexão?

*poesias e reflexões de Alef Yaveh


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