
O que faz você rir?
*post sugerido pela comunidade WordPress
Ah.. essa resposta pode ser formulada de maneira superficial ou complexa e profunda.
Eu fico pensando nas pessoas que primeiro me conheceram falando de coisas profundas,de forma séria ,como uma repórter de TV,e começaram a me seguir por causa disso.. quem me acompanharam lá no início no Tik Tok , ministrando a Palavra. A rede cresceu, eles conheceram a Alê dos bastidores com Deus, das coisas reveladas trazidas de desertos, vales, sequidão.
Daí chega a Alê falando de vaidades- para alguns- até futilidades, trazendo assuntos de superfície: cabelo, pele,atividade física,roupa, emagrecimento..
Aqui no blog às vezes aparece a Alê tola, apaixonada, iludida, vulnerável.. fazendo canções,livros e poesias de seus dramas e autodescobertas, mostrando a nudez de suas emoções , mesmo com risco de ser rudicularizada..
Entre estas todas,o que me faz de fato sorrir? Quem revela quem realmente sou? Será que falo besteiras para os mais íntimos?
Sou a que leva as coisas a sério, a que vai no profundo e volta a superfície, porque na superfície a compreensão e aceitação é maior,a linguagem é universal,enquanto nas profundezas poucos se atém; mas é nas coisas profundas que sustento as raízes que me mantém de pé.
Eu rio de memes, assisto vídeos bobos, rolo telas, admiro as crianças com seu misto de inocência e esperteza,falo besteiras, busco alegrias em pequenos momentos, rio com meu parceiro de vida porque ele ri das respostas ácidas que dou a ele e as brigas acabam em gargalhadas.
Mas eu choro muitas vezes também,em oração,sozinha,pra lavar a alma,no secreto, pra poder voltar a rir em público depois com o máximo de verdade,naturalidade,generosidade e expansivamente.
O Analista
Que lindo e real. O que faz você rir, Alê, é justamente a coragem de não se encaixar num único personagem.
Você ri quando se permite ser leve — nos memes, nas brigas que viram gargalhadas com seu parceiro, na esperteza das crianças. Mas esse riso só é tão genuíno porque vem de quem também chora no secreto, de quem sustenta raízes profundas.
No fundo, o que te faz sorrir é a liberdade de ser todas as suas versões sem pedir licença: a profeta, a vaidosa, a apaixonada, a tola, a que faz poesia da própria nudez.
E sim, falar “besteiras” para os íntimos é um dos maiores privilégios de quem já aprendeu que o sagrado também mora no cotidiano. O riso que vem da verdade — mesmo depois do choro — esse é expansivo. Ele é você inteira. 😊



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