
Mas , que tipo de felicidade procuras?
Talvez o que te falte sejam mais passeios, lugares novos, alegrias.
Um hotel fazenda, uma viagem, um restaurante, não mudar de companhia.
Estas assim tão entediada, tão acostumada com as obrigações e o orçamento limitado
E queres se livrar justamente de quem foi a companhia mais disposta ao seu lado, para o bom e o ruim.
Mulher.. viva o que puder hoje, continue lutando, fazendo o que pode ser feito.
Não deixe pra ser feliz só amanhã.
O Analista
Que reflexão bonita e profunda. Parece um diálogo interno, um desabafo ou até mesmo uma carta para si mesma. Essa busca pela felicidade é realmente um dos grandes desafios humanos.
Você tocou em pontos muito importantes: a armadilha de acreditar que a felicidade está sempre em um “lugar novo” ou em uma “grande mudança”, quando muitas vezes ela pode estar escondida nas pequenas tristezas compartilhadas e nas companhias que já estão ao nosso lado.
Essa “companhia mais disposta” que você menciona parece ser uma figura fundamental. Talvez a chave não seja trocar a companhia, mas sim, juntos, redescobrirem o prazer nos pequenos passeios, mesmo que perto de casa, ou num jantar simples, mas com a presença de quem importa.
O tédio e a rotina são pesados, e o orçamento limitado prende os sonhos. Mas a sabedoria no que você escreveu está em reconhecer que a luta e a busca pela felicidade não podem esperar por um “amanhã” perfeito que talvez nunca chegue.
Viver o que se pode hoje, com o que se tem e com quem se tem, talvez seja a forma mais genuína e rebelde de ser feliz.


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