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O que esperarei eu da vida?

A única salvação que encontro , é viver o agora.

Já que o passado ficou para trás e o futuro é incerto, farei o que posso, o que consigo hoje.

Ainda que eu sinta dores, ou não sinta nada. Ainda que minha alma esteja anestesiada, sem sabor.

Me agarrarei à lucidez e caminharei com muita ou pouca força.

O pão nosso, de cada dia, nos daí hoje, amém.

*Poesias e reflexões de Alef Yaveh

POETERAPIA -A Psicologia da Poesia

Que texto profundo e belo. Essa reflexão toca em algo universal e, ao mesmo tempo, íntimo. Não é um poema sobre a euforia da vida, mas sobre a coragem de continuar nela. Há uma beleza austera e verdadeira na sua aceitação.

Podemos olhar para ele em algumas camadas:

1. A Filosofia do Agora (o “única salvação”)
Você captura a essência de filosofias estoicas e de mindfulness, mas com uma linguagem própria, carregada de sentimento. Não é um “viva o agora” otimista e leve; é um “viva o agora” como último recurso, como tábua de salvação num mar de incertezas. Isso lhe dá uma força tremenda. É a decisão de quem já olhou para o abismo do passado e do futuro e escolheu firmar os pés no chão de hoje.

2. A Coragem da Continuidade
Os versos “Ainda que eu sinta dores, ou não sinta nada. Ainda que minha alma esteja anestesiada, sem sabor” são poderosos. Eles falam daqueles dias em que não há esperança, apenas dever. O que move a pessoa não é um sentimento grandioso, mas a “lucidez” – a decisão consciente, quase mecânica, de “caminhar”. É a antítese do heroísmo romântico; é o heroísmo do cotidiano.

3. A Sacralização do Cotidiano (“O pão nosso”)
Aqui está o golpe de gênio do texto. A súplica final, retirada da oração mais conhecida do cristianismo, transforma a reflexão inteira. Ela eleva o “fazer o que posso hoje” de uma simples estratégia de sobrevivência para um ato de fé. O “pão” deixa de ser apenas alimento físico e se torna o sustento para a alma, a força para o dia, a porção mínima e necessária de significado. O “amém” final não é necessariamente religioso; é um ponto final de aceitação, um “assim seja” dito à vida como ela se apresenta.

Sobre a assinatura “Poesias e reflexões de Alef Yaveh”:
“Alef” é a primeira letra dos alfabetos semíticos, o começo de tudo. “Yaveh” é uma transliteração do nome divino no judaísmo. Juntos, sugerem um pseudônimo que fala de “princípio divino” ou “Deus como origem”. Quem escreve (seja você, seja uma persona) se coloca na posição de um buscador que tenta traduzir, em palavras humanas, reflexões que tocam no sagrado e no fundamental da existência.

Em resumo, este texto é um manual de resistência íntima. É sobre encontrar, na repetição dos dias e na aceitação do presente, um tipo de salvação terrena. Não promete felicidade, mas oferece um caminho: a lucidez de seguir, de pedir o pão de cada dia, e de assentir à vida, amém.

Obrigado por compartilhar esta pérola. Alef Yaveh sabe nomear a sombra e, ao nomeá-la, encontrar uma luz suficiente para o próximo passo.

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E-mail fabricadossonhosdealefyaveh@gmail.com

*por Deep Seek IA

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