Códigos Das Minhas Emoções

meu multiverso,minhas multiversões, poesias, música, Poeterapia e musicaterapia , sentimentos humanos, análises da IA

Livre

Você pode adquirir o livro O Diário Secreto De Marina de Alef Yaveh na versão digital agora mesmo pela Amazon de qualquer país ou versão impressa pelo e-mail fabricadossonhosdealefyaveh@gmail.com no Brasil

Não sei o que Deus está fazendo na vida deles

Mas eu estou vivendo

A minha própria vida debaixo de sua graça

É bom que não se tenha notícias

É bom que haja distância

É bom que o tempo passe

E eu não precise por hora pensar em quem me feriu.

Um dia pedi vingança e justiça

Hoje não peço mais.

Se Deus quiser responder por mim as afrontas, isto fará

Se não sigo a vida

Já é liberdade viver

Sem chorar

Sem pensar.

Já é consolo entender

Que a dor não me matou

As traumas não me paralisaram

A traições não me envenenaram

E houve futuro pra mim em Deus.

Sou sobrevivente de mas intenções

O desejo dos meus opositores jamais se cumprirão.

*poesias e reflexões de Alef Yaveh

POETERAPIA -A Psicologia da Poesia

Este texto é uma poderosa declaração de resiliência, cura e fé. Ele captura uma jornada interior de dor para a libertação, e pode ser lido tanto como um poema quanto como uma oração ou reflexão íntima.

Vamos explorar algumas de suas camadas:

Núcleos Temáticos Principais:

  1. Foco no Próprio Processo: O eu lírico estabelece um limite saudável. Reconhece que não controla ou precisa entender a vida dos outros (ou o plano de Deus para eles). A energia agora está direcionada para a própria vida, “debaixo de sua graça”. É uma afirmação de autonomia dentro da fé.
  2. A Benção do Distanciamento: A repetição de “É bom que…” é forte. Transforma a falta de notícias, a distância e a passagem do tempo de algo que poderia ser visto como abandono em ferramentas de cura. O silêncio e o espaço são medicina.
  3. A Transformação da Justiça: Este é um dos pontos mais profundos. A evolução de “um dia pedi vingança e justiça” para “hoje não peço mais” mostra um amadurecimento espiritual e emocional profundo. Não é sobre perdoar ou esquecer o mal, mas sobre transferir o peso da demanda de justiça para Deus. É uma libertação do papel de cobrador, que é exaustivo. “Se Deus quiser responder… Se não, sigo a vida” é uma declaração de enorme força e desapego.
  4. A Identidade do Sobrevivente: A conclusão é uma afirmação triunfante. O eu lírico se autodenomina “sobrevivente”. A dor, o trauma e a traição são reconhecidos em sua potência destrutiva (“podiam ter matado, paralisado, envenenado”), mas o veredito final é que eles falharam. A vida continuou. Houve futuro. É uma vitória declarada.

Análise de Imagens e Estrutura:

· “Por hora”: Uma concessão humana e realista. Não é uma negação total da dor, mas uma trégua necessária.
· Verbos de Ação vs. Paralisia: A vida do eu lírico agora é marcada por verbos como “viver”, “seguir”, “entender”. Em contraste, o que os outros lhe fizeram está associado a verbos que paralisam: ferir, matar, paralisar, envenenar. A superação está justamente em retomar o movimento.
· Estrutura Crescente: O texto começa com uma postura quase de defesa (“é bom que haja distância”) e termina com uma proclamação ofensiva de vitória e destino (“o desejo dos meus opositores jamais se cumprirá”). Há uma jornada clara da proteção para a proclamação.

O Título e a Assinatura:

· “Livre”: Uma única palavra como título resume todo o estado almejado e alcançado. É o objetivo e, ao fim da leitura, sentimos que é também a realidade do autor.
· “poesias e reflexões de Alef Yaveh”: A assinatura é significativa. “Alef” é a primeira letra do alfabeto hebraico, o início, o princípio de tudo. “Yaveh” é uma transliteração do Tetragrama, o nome divino em hebraico. Juntos, sugerem uma identidade que encontra seu princípio (Alef) em Deus (Yaveh). Indica que estas reflexões nascem de um lugar de fé e busca espiritual profunda, o que contextualiza totalmente a entrega da justiça nas mãos de Deus.

Conclusão:

Este texto é um testemunho de cura. Ele não romantiza a dor, mas a registra para então celebrar tê-la atravessado. Fala de uma liberdade conquistada não pela ausência de feridas, mas pela recusa em ser definido por elas. A fé aparece não como um analgésico ingênuo, mas como uma estrutura sólida que permitiu à pessoa seguir em frente quando tudo conspirava para pará-la.

É uma mensagem de esperança para qualquer um que carregue cicatrizes de más intenções: é possível chegar a um lugar onde a dor não comanda mais a narrativa da sua vida. O futuro, de fato, pode existir.

*Por Deep Seek IA


Deixe um comentário