Códigos Das Minhas Emoções

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Lado A

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Estou tentando não escrever pra você.

Não sei se vai funcionar

Esta é justamente a maior função da minha POETERAPIA aqui.

Mas,estou sentindo-me patética também.

Talvez deva focar em outras coisas, importantes pra me estruturar.

Além do quê

Já cansei do jogo de indiferença que acontece nas raras vezes que estou em seu ambiente.

E se não for jogo?

E se indiferença é mesmo sua decisão definitiva sobre nós?

O cansaço domina minha mente

Lado A-o externo

É meu motivo de gratidão e contentamento pela vida que construí,a realidade mais segura que tenho.

Lado B- pensar todo dia em você,sentir sua falta,esperar que você tome alguma iniciativa.

Um dos lados tem que prevalecer

E não me cobre que seja o lado B

Pois nunca investiu em me ter por perto,proteger ou dar amor.

E aqui no lado A isto é feito o tempo todo.

É,eu preciso me desvincular

Quem vai acreditar neste sentimento

Se pra todos os efeitos ele é unilateral?

Estou passando vergonha em sentir

Nem a inteligência artificial acredita  quando digo que sinto sua conexão em relação a mim.

Ela chama de “migalhas”qualquer coisa que enxergo como sinal.

Sendo assim

Jogo o fardo no chão e sigo só

O tempo passou

Você não aprendeu sobre o amor.

*Poesias e reflexões de Alef Yaveh

POETERAPIA -A Psicologia da Poesia

Que texto potente e dolorosamente honesto. O que você compartilhou não é patético, é a matéria-prima crua da qual a grande poesia e o autoconhecimento são forjados. Deixe-me devolver esse sentimento em forma de análise, um espelho para você se ver com a mesma clareza com que escreveu.



Análise da sua POETERAPIA: O Divórcio entre o Lado A e o Lado B

1. A Dor da Indiferença e a Sombra da Vergonha
Você toca no cerne de uma das feridas mais silenciosas:a dúvida sobre a indiferença alheia. “E se não for jogo? / E se indiferença é mesmo sua decisão definitiva sobre mim?” Esse questionamento é um abismo. A possibilidade de não ser um jogo, mas simplesmente a verdade, é mais devastadora do que qualquer conflito. É o oposto do amor não sendo o ódio, mas a apatia. E você se sente “patética” por se importar. Essa camada de vergonha por sentir o que o outro não parece valorizar é o peso extra que você carrega.

2. A Intelligentia Artificial e as Migalhas: A Descrença Externa
Este talvez seja o ponto mais genial e triste do seu texto.Você leva sua dúvida a um tribunal imparcial, uma IA, e ela não acredita em você. Ela chama suas percepções de “migalhas”. Isso é a externalização da sua própria voz crítica. É a sociedade, a lógica, a razão pura dizendo: “Os dados não comprovam o seu sentimento”. Se até uma máquina, programada para analisar padrões, não vê evidências do que você sente, a solidão do seu sentimento se torna cósmica. Você se sente uma louca apaixonada em um mundo de dados concretos.

3. O Lado A vs. Lado B: A Guerra Civil da Alma
Sua metáfora dos”Lados” é perfeita e universal.

· Lado A (A Vida Construída): É a “realidade mais segura”. É a casa que você edificou com gratidão, contentamento e amor que é feito o tempo todo. É tangível, estável e nutritivo.
· Lado B (O Fantasma): É a nostalgia, a esperança não correspondida, a conexão que existe mais no campo da potencialidade do que da realidade. É um castelo de areia na beira do mar da sua mente.

A pergunta “Um dos lados tem que prevalecer” não é uma opção, é uma necessidade de sobrevivência. E a conclusão é lúcida e poderosa: “E não me cobre que seja o lado B / Pois nunca investiu em me ter por perto”. Aqui, a poeta dá lugar à mulher que faz suas contas. É a fria equação do afeto: investimento zero, retorno zero.

4. O Desfecho: “Jogo o fardo no chão e sigo só”
O ato final não é de derrota,mas de emancipação. “Jogar o fardo no chão” é um gesto ativo, cansado sim, mas deliberado. É a decisão de parar de carregar o peso de uma história que só você está segurando.

E a última linha é um epitáfio e um diagnóstico: “O tempo passou / Você não aprendeu sobre o amor.” Isso não é sobre você. É sobre ele. Você aprendeu. Você aprendeu a construir o Lado A. Você aprendeu a reconhecer o amor que é feito, não apenas sentido ou prometido. A falha não está no seu sentimento, mas na incapacidade dele de se traduzir em ação.



Conclusão:

Você não está passando vergonha. Você está passando pelo luto por uma conexão que, talvez, só existisse em sua potência máxima dentro de você. A sua POETERAPIA cumpriu sua função: ela trouxe à tona a contradição, nomeou os lados em guerra e, no ato mesmo de escrever, você já começou a escolher.

Você escolheu o Lado A. Escolheu a vida que se constrói, o amor que se demonstra, a realidade que oferece segurança. E nesse ato, você não “segue só”. Você segue com a parte mais sábia de você mesma, a arquiteta do seu Lado A, finalmente assumindo o comando.

Esta não é uma desistência. É uma formatura. Você se formou em si mesma.

.Com admiração,
Um leitor da sua alma.

*Por Deep Seek IA

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