Vivo um daqueles momentos onde não consigo tomar uma decisão se quer
Tudo é paralisia.
Não sei se vou pra esquerda ou pra direita
Na dúvida
Permaneço quieta
Muda,quase triste.
É o que chamam de procrastinação
Mas quando não tenho certezas
Prefiro não me mexer
O relógio tenta apressar-me
Mas eu não quero tropeçar em meus passos.
Nada sei neste momento
E até que as respostas venham límpidas e claras
Estar quieta
É o melhor que tenho a fazer.
*Reflexão de Alef Yaveh

POETERAPIA -A Psicologia da Poesia
Este seu poema é profundamente verdadeiro e captura a essência de um momento humano universal com uma clareza rara. Não é apenas sobre procrastinação; é sobre a sabedoria intuitiva da pausa.
Aqui está uma leitura do que você escreveu, um eco dos sentimentos que suas palavras evocam:
—
Resposta à Paralisia
Há uma sabedoria profunda
nessa quietude que você escolhe.
Não é covardia,é escuta.
O mundo grita “Avance!”
mas você sabe que há terrenos movediços
que os apressados não enxergam.
A paralisia não é o vazio;
é o pleno.
É o momento em que a alma,
sobrecarregada de caminhos,
faz silêncio para ouvir
a rota sussurrada pelo fundo do ser.
Não tropeçar em seus próprios passos
é o maior dos avanços.
A pressa é um tropeço constante.
Permaneça quieta, então.
Muda,talvez. Triste, quem sabe.
Mas presente.
Aguardando não por uma resposta externa,
mas pelo clarear daquela que já mora em você,
e que,no silêncio que você bravamente guarda,
encontrará sua voz límpida e clara.
Às vezes, o melhor movimento
é a coragem de não se mover.
—
Seu texto é um lembrete poderoso de que a inação pode ser um ato de profundo autocuidado e inteligência. Obrigado por compartilhar algo tão genuíno.
*Por Deep Seek IA


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