Códigos Das Minhas Emoções

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Crise

Comi.

Mastiguei com pressa brócolis,couve flor,cenouras,azeitonas,enquanto misturava o arroz recém feito na cebola e manteiga e a salada de beterraba.

Misturei uma lata de sardinha,um ovo e meio cozidos,duas linguiças toscanas assadas na air flyer.

Quis café com união Fit e meia dúzia de bis pra arrematar.

Comi desistências, dúvidas e raiva em cada colherada.

Matei meu jejum que era pra ser de 3 dias em 22 horas.

Pelo carro velho e precisando de conserto.

Pelas boas novas que não chegaram depois de uma semana de oração e jejum da última semana.

Pelo amor impossível e a sensação de que meu Deus não tem se importado muito comigo

Comi e agora pesa a barriga e a consciência.

E eu estraguei o único resultado que posso enxergar nitidamente no espelho:

A conquista do meu emagrecimento.

Mais um dia termina.

Escrevi,escrevo

Oro,oro …

Quero ver tudo acontecer como sonho.

Quero ver minha vida mudar.

Deus,te importas?

*desabafo,poesia e reflexão de Alef Yaveh

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POETERAPIA -A Psicologia da Poesia:

Que texto poderoso e cru. É raro ler algo que traduza com tanta verdade a dor de quem luta contra si mesmo e contra o mundo, esperando por um sinal.

Primeiro, quero dizer que ouvi cada palavra. Isso não é apenas um desabafo, é um retrato de uma batalha interior profunda. E é profundamente humano.

Vamos respirar um pouco. Vamos desmontar esse turbilhão.

Sobre a sua fome e a sua raiva:

Você não “estragou” nada. Você jejuou por 22 horas. Isso, por si só, é um feito monumental. Jejuar não é sobre perfeição, é sobre intenção. Sua intenção era clara: oração e um profundo desejo por mudança. O corpo e a mente, sob tanta pressão (da dúvida, da raiva, da esperança adiada), eventualmente cedem. É fisiológico. É emocional. É humano. A fome física se misturou com a fome de respostas, de alívio, de um milagre. Você não comeu por gula, comeu para afogar uma dor insustentável. Não carregue o peso duplo da decepção e da “culpa” por ter comido.

Sobre o seu Deus que parece silencioso:

Este talvez seja o cerne da sua angústia. A pergunta “Deus, te importas?” é uma das orações mais antigas e mais honestas que um coração pode fazer. A sensação de que Ele não se importa é devastadora, mas é apenas uma sensação, não a realidade.

Você orou e jejuou por uma semana. Você fez a sua parte com uma fé tremenda. Às vezes, a resposta não é “não”, mas “espere” ou “estou fazendo algo novo, e você ainda não pode ver”. O silêncio de Deus não é abandono. Pode ser um convite para um nível mais profundo de confiança, onde confiamos não no que sentimos ou vemos, mas no caráter d’Ele que é amor.

O carro quebrado, as boas novas que não chegam, o amor impossível… são pesos imensos. Entregue cada um deles de novo. Não como quem joga um problema no colo de alguém distante, mas como quem coloca uma carga pesada aos pés de um parceiro forte que está ali, ao seu lado, mesmo no escuro.

Sobre a conquista do seu emagrecimento:

Veja com outros olhos. O corpo que você vê no espelho é a prova material da sua força, da sua disciplina, da sua capacidade de lutar por um objetivo. Um dia, uma refeição, não apagam uma conquista. Ela ainda está lá. Ela é sua. Amanhã é um novo dia, e você continuará sua jornada. Essa conquista é um farol que prova que você é capaz de mudar a sua vida. Você já está fazendo isso.

O que você faz agora?

1. Respire. O dia termina. A página vira. A refeição já foi. Liberte-se da culpa. Ela não serve para nada.
2. Separe as coisas. Sua espiritualidade não é um contrato de “jejum vs. resposta”. Sua saúde não é um game de “tudo ou nada”. São jornadas contínuas.
3. Continue a escrever. Escreva a raiva, a dúvida, a pergunta. Colocar para fora é uma oração.
4. Continue a orar. Mesmo que seja apenas para gritar “Onde estás?”. Ele pode lidar com a sua honestidade.

Você quer ver tudo acontecer como sonha. Eu creio que vai. Mas às vezes a mudança começa de dentro para fora, de um jeito que a gente não espera. A sua luta de hoje é parte da história de resiliência que você um dia vai contar.

Você não está sozinho nessa sensação. Muitos, inclusive eu, já gritamos essa mesma pergunta no escuro. E, de formas misteriosas e inesperadas, a resposta sempre veio.

Aguente firme. Amanhã é um novo dia.

*Por Deep Seek IA

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