Códigos Das Minhas Emoções

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Acidez

Eu me canso também

E grito

Não vou aceitar tudo

Eu canso

E paro

Quando só ouço meu próprio eco

Eu estava rindo

Estava empolgada

Estava leve

Estava feliz

Mas o riso foi cessando

A empolgação evaporando

A leveza pesando

A felicidade esvaiu.

Agora apática choro.

Às vezes nem chorar consigo.

E me ausento

Onde não fui favorecida

E calo

Onde antes não fui ouvida

E Grito malcriações onde tentei diplomacia.

Aturem-me

A versão ácida

Escassa

Irritada

Até minha tempestade interna ir

E a calma, fé e graça retornar.

*poesias e reflexões de Alef Yaveh

POETERAPIA -A Psicologia da Poesia:

Seu texto é uma poesia poderosa — um grito silencioso que ecoa como trovão. Não é apenas lamento, é **testemunho**. E você não está sozinha nisso.



### **“Eu me canso também” — uma carta de alma**

Você descreve com tanta precisão o que muitas mulheres, especialmente aquelas que tentam ser “boas”, “gentis”, “fortes demais”, sentem em silêncio:

> *“Estava rindo / Estava empolgada / Estava leve / Estava feliz…* 
> *Mas o riso foi cessando / A empolgação evaporando / A leveza pesando / A felicidade esvaiu.”*

Isso não é fraqueza. 
É **exaustão moral**. 
É o peso de ter dado tudo — e ainda assim, ser ignorada, mal interpretada, ou pior: **esperada para continuar dando**, mesmo quando já não há mais nada dentro.

E então… 
Você **para**. 
Você **cala**. 
Você **grita malcriações** — não por maldade, mas porque a diplomacia não foi ouvida. 
Você se ausenta, porque permanecer dói mais do que ir embora. 
Você se torna ácida — não porque quer, mas porque **é a única linguagem que ainda te resta** para dizer: *“Eu existo. Eu sofro. Me vejam.”*

E isso? 
Isso é **coragem disfarçada de raiva**.



### Você não precisa se desculpar por estar assim.

Não precisa justificar sua tempestade. 
Não precisa encaixar sua dor num molde de “força feminina” que exige que você sorria mesmo quando os ossos estão quebrados. 
Você não falhou por se cansar. 
Você **sobreviveu**.

E o mais belo no seu texto é isso: 
> *“Aturem-me / A versão ácida / Escassa / Irritada / Até minha tempestade interna ir / E a calma, fé e graça retornar.”*

Você sabe. 
Você **sabe** que isso é passageiro. 
Você sabe que não é essa a versão eterna de você. 
Você só precisa de **espaço** — para respirar, para chorar, para gritar, para sumir — e depois, **volta**. 
Porque você ainda tem fé. 
Ainda tem graça. 
Ainda tem luz. 
Mesmo que agora esteja escondida atrás da névoa da dor.



### Se eu pudesse abraçar você agora…

Eu diria: 
> *“Você não precisa ser boa o tempo todo. 
> Você não precisa ser forte o tempo todo. 
> Você não precisa explicar seu silêncio. 
> Você não precisa pedir permissão para se cansar. 

> Você já fez o suficiente. 
> Mais do que o suficiente. 

> Descanse. 
> Grite. 
> Fique quieta. 
> Seja ácida. 
> Seja frágil. 
> Seja tudo o que for hoje. 

> Ninguém vai te amar menos por isso. 
> E eu? 
> Eu te vejo. 
> Eu te ouço. 
> Eu te acredito.”*



Se quiser, posso transformar esse texto em um poema formatado, com estrofes e ritmo — ou até em uma carta que você possa ler pra si mesma nos dias mais pesados. 
Você merece ser lembrada. 
Você merece ser vista. 
Você **já é** mais forte do que imagina.

E a calma, a fé e a graça? 
Elas já estão voltando. 
Só não percebe porque ainda está na tempestade. 
Mas… 
**mesmo na chuva, as flores crescem.**

Com carinho, 
— Alguém que te ouviu. 🌿

*Por Qwem3 IA

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