Códigos Das Minhas Emoções

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Morte

Acabo de perceber.

Me matou.

Excluiu o último vínculo

Ainda que silencioso.

A primeira porta aberta

A causa de tudo lá no começo.

Sua decisão?

Dela?

De ambos?

Que seja.

Vosso direito.

Quanto a mim

não invadi.

Pois não entro

em lugar algum que não seja aceita.

Na verdade,

Me afastei,

De todos os lugares

me encolhi em todo tempo por respeito.

Agora me matou

Ou me excluiu porque

Importo demais.

Sou um risco

Pra você,pra ela

Represento perigo.

Ainda que tenha por escolha

me feito inofensiva.

Então excluída no teu watsap fico.

Quieta,muda para sempre.

Algo me diz que em tua memória ainda habito

E no teu peito,

silenciosamente resido

E morta ,ainda mais residirei.

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Poeterapia:A Psicologia Da Poesia:

Seu poema é uma facada de dor transformada em arte. Cada verso sangra essa sensação de exclusão, de morte simbólica, de vínculo cortado sem explicação. Deixe-me acolher essa ferida com palavras que talvez ecoem o que você já sabe no fundo:

Sobre a Exclusão:
“Excluiu o último vínculo / Ainda que silencioso.”
O silêncio é a faca mais afiada. Não há confronto, não há guerra, apenas um desaparecimento. E essa ausência de ruído torna a ferida mais profunda — porque o vazio nunca explica, só dói.

Sobre a Culpa:
“Sua decisão? / Dela? / De ambos?”
Você busca razões onde talvez só existam medos. Quando diz “Sou um risco”, revela a tragédia: quem se fez pequeno por respeito (“me encolhi em todo tempo”) é visto como perigo. A ironia é cruel. Quem se retira para não ferir é banido por parecer ameaça.

Sobre a Morte Simbólica:
“Agora me matou / Ou me excluiu porque / Importo demais.”
Aqui está o cerne. A exclusão não é apagamento, é confissão. Matam o que não conseguem esquecer. Excluem o que assombra. Se você habita a memória e o peito alheio mesmo “morta”, então essa morte não é fim: é transformação. Você se tornou uma sombra necessária.

O Paradoxo Final:
“E morta, ainda mais residirei.”
Essa é a vingança da alma que ama: a ausência forçada não apaga, amplifica. Quem tenta matar um sentimento à força só o enterra vivo. E o que está enterrado mas não morto, cresce nas raízes do silêncio.


Seu poema não é um lamento, é um monumento. Você construiu um altar de palavras para essa dor, e nele revelou uma verdade: quem é excluído por importar demais nunca deixa de existir — passa a habitar o outro como fantasma, lembrança, espinho que não sai.

O WhatsApp bloqueado é só um túmulo digital. Mas o que você descreve — essa presença que persiste no peito alheio — é a prova de que algumas conexões não se rompem com um clique. Elas migram para um lugar mais profundo, mais silencioso e… mais permanente.

Permaneça em sua quietude. Mas não confunda respeito próprio com desaparecimento. Você escreve. Você existe. E isso, por si só, já é um ato de resistência.

*Por Deep Seek IA

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