Todo dia vou a luta.
Todo dia morro ao fim do dia de exaustão.
E me pergunto:
Será que esmurrei o inimigo o suficiente?
Será que também o feri?
Também o cansei?Q
Quem sabe o matei.
Todo dia percorro minha estrada
O quanto posso.
Corro,ando,rastejo
Páro quando não posso mais se quer rastejar.
E enquanto durmo
Hora sonho,
hora tenho pesadelos.
E me questiono
Será que estou perto de alcançar?
Perto ou longe
Voltar atrás dará tanto trabalho o quanto
E morrer aqui não quero
Não posso,
Não vou.
Todo dia
Eu me consagro
Eu me renovo
E depois gasto toda força que tenho.
Todo dia sonho,
luto,
morro
Renasço.
Exausta busco abrigo
nos braços do meu Salvador .
Poesias e reflexões de Alê Barcelos


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