

Nunca será o suficiente,
sempre havera fome de novo,
fome do impossível;
desejo pelo inalcansável,
valor ao que ainda não se tem.
A ingratidão emana dos poros
se cala por um instante
Dá um sorriso amarelo ante a dádiva mais recente,
se faz de vencida por hora se retira,
mas volta indagando a vida
com cara de coitada.
Assim ,
Não há céu que baste
Nem inferno que ensine.
Não há remédio que cure
Nem amor que estanquea ferida eterna do querer sempre mais
e sempre aquilo que ainda não se tem ou é.
Conheça a história de Maria 🙂


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